Translate

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

“BH Jazz Festival” lança segunda edição de um dos eventos mais cativantes da capital


No dia 29 de janeiro (domingo), das 13 às 22 horas, vai acontecer na capital mineira a segunda edição de um dos mais charmosos festivais de jazz promovido pela Artbhz Produtora de Espetáculos: o BH Jazz Festival. O empresário e produtor cultural Lúcio Oliveira é o responsável pela realização desta grande festa, que soma em seu currículo centenas de shows e eventos promovidos em diversos estados do país. A curadoria é de Túlio Mourão, compositor e instrumentista de carreira internacional.

O BH Jazz Festival tem entrada franca, acontece na Praça da Liberdade e terá em sua programação respeitados nomes do jazz nacional e internacional. Segundo o curador, o grande diferencial do festival é que, ao contrário da maioria dos eventos desse segmento, ele acontece ao ar livre e de graça, buscando aproximar o público do jazz, com um line up que prioriza estilos diversos. “A grande estrela do BH Jazz Festival é essa seleção rica de grandes músicos ao lado de jovens talentos, para mostrar todo vigor da música instrumental de Minas Gerais e do mundo”, explica Túlio Mourão.

Com uma estrutura que vai privilegiar o conforto e a segurança do público, sem interferir na beleza natural de um dos mais importantes cartões postais da cidade, serão montados quatro palcos posicionados estrategicamente. Ambos vão dar maior dinamismo ao evento, pois enquanto um dos palcos recebe uma apresentação, o outro já estará preparado para o próximo show. Já o terceiro, o palco Jam Sessions, vai receber músicos que forem prestigiar o evento e quiserem fazer uma sessão musical de improviso nos intervalos dos shows. Cada artista terá direito a tocar 1 (uma) música de até dez minutos. O quarto espaço será destinado ao DJ Otro, mestre na arte do improviso sem perder o equilíbrio, o músico promete uma verdadeira viagem musical misturando diversas referências sonoras, como vanguardas eletrônicas, jazz, funk, rock, samba, bolero e outros.

Na programação, dez atrações vão se revezar nos palcos, levando para a plateia o melhor dos acordes do blues, jazz e da MPB. Dos músicos internacionais, estão confirmados o americano Donny Nichilo, mestre do piano que já tocou com lendas vivas, como o guitarrista Carlos Santana e o rolling stone Ron Wood; e a banda argentina Escalandrum, que tem à frente um dos nomes mais representativos do jazz argentino contemporâneo, Daniel 'Pipi' Piazzolla.

Para as atrações nacionais, a curadoria privilegiou a diversidade sonora e convidou Celso Blues Boy, virtuoso guitarrista brasileiro, Fernando Sodré, que vai mostrar porque sua viola caipira ultrapassa e abrange a sonoridade de muitos estilos, Toquinho, músico com 42 anos de carreira que sabe unir técnica e sensibilidade, popular e erudito em sua aquarela de sons e harmonia, e Túlio Mourão, que vai apresentar músicas de seu vasto repertório.

O festival ainda terá ainda a guitarra mágica de Ricardo Silveira, considerado um dos mais importantes músicos brasileiros, as duplas Duofel, conhecidos por terem criado uma nova linguagem para o violão brasileiro, e Duo SoaresCastro, revelações da música instrumental mineira. Outro ponto alto da noite será a presença de Yamandu Costa, considerado uma referência mundial quando se fala em interpretação de música brasileira, explora todas as possibilidades do violão de sete cordas, renovando antigos temas e apresentando composições próprias de intenso brilho.

BH JAZZ FESTIVAL
Data: 29 de janeiro de 2012
Local: Praça da Liberdade
Horário: 13 às 22 horas
Entrada Franca

Outras informações: http://www.facebook.com/bhjazz

Programação:

13h: Duo Soares Castro (BR) no Palco 1

13h55: Fernando Sodré (BR) no Palco 2

14h50: Duofel e Túlio Mourão (BR) no Palco 1

15h45: Ricardo Silveira (BR) no Palco 2

16h40: Daniel Piazzolla & Escalandrum (ARG) no Palco 1

17h45: Donny Nichilo (EUA) no Palco 2

18h50: Yamandu Costa (BR) no Palco 1

19h55: Celso Blues Boy (BR) no Palco 2

21h: Toquinho (BR) no Palco 1

Fonte: http://www.artbhz.com.br/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Frida Kahlo – Um ícone na arte e na vida



Uma mulher apaixonada, autêntica, sofrida, transparente e revolucionária. A pintora mexicana Frida Kahlo nasceu em 1907, na Cidade do México. Sua história é carregada de tragédias e paixões. Pintora de estilo único, sua obra é impregnada de um forte espírito nacionalista, mas visivelmente marcada por sua história pessoal, um reflexo de suas dores físicas e afetivas, e da intensa busca pela liberdade.

Quando criança teve poliomielite e ficou com a perna direita mais fina e curta que sua esquerda. Aos 18 sofreu um acidente que trouxe muita dor; o choque de seu ônibus com um trem partiu sua coluna e quebrou vários ossos. Ela passou anos de repouso se recuperando. A idéia de pintar partiu de Frida, que se tornou sua própria modelo com ajuda de um espelho instalado na cama.


                                         A cama voadora - 1932

Aos 21, conheceu Diego Rivera – pintor muralista renomado, comunista e muitos anos mais velho que ela. Casaram-se em 1929. O marido exerceu grande influência na formação de sua personalidade política e artística que valorizava as raízes culturais mexicanas e suas origens índias.

O encontro com Rivera, seu círculo de amigos e a intimidade com Andre Breton, Marcel Duchamp, Trótski, Henry Ford e Dolores del Rio permeia todo o trabalho de Frida. Mas além das referências políticas e estéticas, o sofrimento com o corpo, as inúmeras cirurgias pelas quais passou e a construção de sua identidade pública são temas presentes em sua obra.

                                           Autorretrato Frida Kahlo

O relacionamento dos dois artistas no contexto da Revolução na Cidade do México, o papel que ela exerceu como mulher, artista e militante colaboram para a construção de uma obra bastante politizada, mas ao mesmo tempo individual. Frida é a principal personagem de seus quadros. Seu universo particular e rico moldou uma mulher que se revelava transparente, corajosa e inovadora ao se despir em suas obras. “Nunca pintei sonhos. Pintava minha própria realidade”, dizia.


                                           A coluna partida, 1944

Sua obra com aproximadamente 200 telas, considerada pequena, é bem maior em termos de notoriedade e reconhecimento por parte do público do que a do marido Diogo Rivera. A obra de Frida expõe o rosto da mulher mexicana, nacionalista, de traço forte e feminino. Sua arte é profundamente realista, ainda que, em determinado período, tenha sido classificada como surrealista. Seus autorretratos são perturbadores e constantes, um reflexo do seu mundo interior apaixonado.

A relação intensa com Diego Rivera foi marcada por traições de ambas as partes. Nos períodos de separação, Frida acabou produzindo muito e conquistando sua independência econômica passando a viver de sua arte. Sua obra começou a ser reconhecida no México e internacionalmente a partir da década de 40. Expôs em Nova York, em Paris, e lecionou em escolas de arte mexicanas.


Com a saúde frágil e presa mais uma vez a cama, Frida entrou em depressão. O tema da morte, que sempre permeou sua obra, tornou-se mais constante. Frida morreu em julho de 1954, na Casa Azul, no México, que hoje abriga o Museu Frida Kahlo. A vida da artista foi retratada no filme “Frida”, de 2002.


"Las dos fridas", 1939. Pintado em Paris, o coração sangrando, ela expõe seu sentimento de dupla personalidade: a mexicana, à direita, adorada e querida (inclusive por Diego) e à esquerda, uma versão 'européia', sofrida.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Amor



"Sempre que estamos iluminados, deixamos que nossos presentes transbordem. E todos com quem nos encontramos também se beneficiam de nossa energia. Mesmo pessoas problemáticas, que possam resistir à nossa oferta, serão tocadas pela luz do nosso esplendor. Ao despertar o espírito, banimos o medo de nossas relações com os outros e admitimos o amor em seu lugar. Ninguém pode nos machucar, seja o que fizerem. Ao perdoar aqueles que nos tratam com menos respeito, acumulamos crédito em nossa conta espiritual. Somos abençoados na proporção em que doamos."


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ano Novo!


Mais um ano começa e a gente de novo embarca nessa de ficar planejando e querendo coisas boas. Eu quero tudo de bom pra todos: paz, amor, alegrias, saúde, dinheiro, amigos, viagens, e por aí vai! uma lista enorme. Vou fazer deste ano um ano especial em minha vida, essa é minha grande promessa! Que seja um ano de grandes realizações! Viva 2012!