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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Comer, Rezar, Amar no cinema



Assisti neste fim de semana “Comer, Rezar, Amar” e gostei do filme, apesar de ele não aprofundar a questão central do livro. A Julia Roberts está linda e o Javier Bardem também, arrasando, ambos fazem boas interpretações, mas o filme seria melhor com uma atriz mais dramática. Os lugares escolhidos para as fillmagens também são muito bonitos, tem música brasileira "Samba de Benção", do Vínicius de Moraes, que eu amo, e bom humor. Mas a viagem da protagonista (Liz) pelos três países: Itália, Índia e Indonésia  foram muito mais que isso - uma forma de autoconhecimento e de reencontro consigo, que o filme apenas esboçou.

Ponto para a fotografia da película que mostrou belas imagens de todos os países, embora o significado de cada um para Liz tenha ficado reduzido a poucas cenas dramáticas e que poderiam ter dado a dimensão real da crise da persoanagem e da sua superação ao longo da jornada. O encontro de Liz com Deus na Índia, por exemplo, é uma passagem importante do livro que ficou de fora do filme.

Ler o livro é, sem dúvida, muito melhor que assistir ao filme. Eu li o livro e amei. Achei fundamental para o momento que eu vivia. Eu fiz essas viagens incríveis em cada página que eu lia. E me senti muito mais eu mesma depois. Quem assistir somente ao filme e não ler o livro não vai sentir-se no papel principal e capaz de mudar sua vida. Eu descobri que viver é uma grande aventura em busca de si mesmo. E o livro nos faz entender de uma forma leve e profunda que cada um tem seu caminho e a sua própria verdade.

Assista ao filme, mas leia o livro, por favor!

2 comentários:

Tatinha disse...

Já li o livro faz tempo e na época queria que ele não acabasse... saboreava pagina por pagina.
Dizem que o segundo dela não é tõ bom quanto...
Vou ver se esta semana vou ao cinema assistir.
Gosto muito de cinema, mas sem duvida a vesão escrita de tudo é melhor.

Adriana Borges disse...

Realmente ler o livro é muito melhor em todos os casos. Estou lendo o segundo livro dela e não está tão empolgante quanto Comer,rezar,amar !