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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Como deixar sua casa mais sustentável
















Uma construção sustentável é aquela projetada para que, no dia a dia, gaste-se o mínimo possível de energia e recursos naturais. Ela começa com a escolha dos materiais, como madeiras reaproveitadas e tintas à base de água, e acompanha toda a execução do projeto. "Sustentabilidade nada mais é do que criar meios para que a nossa existência se sustente sem esgotar os recursos naturais do planeta", explica o arquiteto Bruno Vargas Yoshino, de São Paulo.

Em casas antigas, que foram construídas quando esse conceito ainda não estava tão difundido, também é possível aplicar técnicas sustentáveis e amigas do meio ambiente. A arquiteta Celina Lago, especialista em Conforto e Edificações Sustentáveis, do Rio de Janeiro, indica manter plantas e flores dentro de casa, pois elas ajudam a refrescar o ambiente, dispensando tecnologias que consomem energia elétrica, como ventilador e ar condicionado.

Quer saber mais? Então confira as dicas verdes dos profissionais. Além de contribuir com a preservação ambiental, a diferença poderá ser sentida no bolso e na qualidade de vida que você vai ganhar. "Afinal, é bem melhor estar num lugar com uma brisa natural, com um ar mais fresco e úmido e iluminado pelo sol do que cheio de lâmpadas fluorescentes e com um ar condicionado seco, que polui as vias respiratórias", diz Bruno.

1. Compre os materiais que precisa em locais próximos

O projeto sustentável é aquele que visa o menor gasto de energia e combustíveis. Por isso, vale comprar materiais de construção de lojas e depósitos próximos da sua casa. "O gasto de combustível queimado no transporte dos materiais também conta", diz Bruno.

2. Reutilize materiais antigos

Que tal utilizar na reforma materiais de demolição, que são retirados de casas antigas, como madeiras, pisos de tábua corrida, tijolos maciços, telhas, portas e janelas? Você pode aplicar essa técnica em sua casa. Uma cômoda velha, por exemplo, pode ter sua madeira aproveitada para construção de novos materiais, ou pode ainda ser reformada, com técnicas de decoupagem, para ficar mais moderna.

3. Sem cortinas

Algumas janelas e portas têm a opção de serem duplas, ou seja, veneziana na parte externa e vidro na interna. Isso dispensa o uso da cortina e deixa a casa bem clara, com iluminação natural. Além disso, colocar ladrilhos de vidro nas paredes e claraboias no teto faz com que a casa fique mais clara, inclusive em dias chuvosos, pois aproveita a luz externa.

4. Área verde

Se você não tem espaço para ter um jardim, procure manter vasos dentro de casa, com plantas e flores. Eles ajudam a refrescar o ambiente. Caso você tenha um jardim em casa, em volta dele, coloque um piso que drene bem a água da chuva ou até um gramado. Essa água pode ser reaproveitada para a rega do local.

5. Horta orgânica

Tenha sua própria horta, inclusive em vasos, para cultivar seus temperos. Esses alimentos serão livres de agrotóxicos, portanto, mais saudáveis e saborosos.

6. Captação de água da chuva

Alterar o projeto das calhas para que elas captem a água da chuva também é uma boa maneira de tornar a casa mais sustentável. Essa água pode ser utilizada para lavar pisos e regar plantações, como as hortas caseiras e vasos de flores.

7. Tintas ecológicas

As tintas à base de água são consideradas ecológicas, pois não têm cheiro e contribuem para uma melhor respiração e transpiração das paredes, já que as demais tintas tornam a parede impermeável e possuem componentes tóxicos que podem causar alergias às pessoas e animais.

8. Mudança de atitudes

Também faz parte da casa sustentável uma mudança de atitudes dos moradores que nela vivem, como implantar a coleta seletiva (separando o lixo orgânico do lixo reciclável) e racionamento de energia elétrica e água.

Fonte: Revista Vida Simples



domingo, 9 de setembro de 2012

Aula de reciclagem: Isopor é reciclável!




Isopor é reciclável?

Diferentemente do que se imagina, o EPS (poliestireno expandido) e o XPS (poliestireno extrudado) são recicláveis e devem ser separados juntamente com os plásticos. O EPS é o isopor mais rígido, comum nas embalagens de eletroeletrônicos. Já o XPS, menos resistente, é encontrado em copos e bandejas de alimentos. "Como poucos brasileiros sabem disso, quase ninguém separa o isopor e isso inibe o interesse das empresas pela reciclagem do produto", diz Silvia Rolim, assessora técnica da Plastivida. Em Santana do Parnaíba, SP, a Associação Vila Esperança de Materiais Recicláveis é uma das cooperativas que recebem o material.



terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aula de reciclagem: Prefira as pilhas recicláveis



Prefira as pilhas recicláveis 

Para pilhas e baterias comuns, a melhor opção são as recarregáveis. A legislação brasileira desobriga o recolhimento pós-consumo por fabricantes que garantem pequenas quantidades de metais pesados nos produtos. "O problema são as pilhas importadas e pirateadas, que costumam ultrapassar esse limite. Essas não devem ser compradas", afirma André Vilhena, diretor executivo da ONG Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem). Nos aterros, elas não causam danos ambientais porque não entram em contato com o solo e a água. Em cidades que ainda mantêm lixões a céu aberto, o ideal é procurar locais que recolhem pilhas usadas. As baterias de celular contêm metais pesados perigosos e devem ser entregues pelo consumidor em assistências técnicas autorizadas pelo fabricante ou em postos de coleta. O site do Ministério do Meio Ambiente traz uma lista com os postos de entrega em todo o país.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Aula de reciclagem: Sacola plástica: a grande vilã?

Sacola plástica: a grande vilã? 

Em São Paulo, elas correspondem a 40% das embalagens jogadas fora e ocupam 0,2% do volme de um lixão. Na natureza, demoram anos para se decompor. Uma pesquisa feita em 2007 pela Plastivida mostrou que a maioria das sacolas plásticas de supermercados não seguia os padrões da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que levava os consumidores a usar duas por vez. "No tamanho-padrão, elas devem suportar 6 kg e não estavam agüentando nem 2 kg. Isso gerou uma grande campanha pela melhoria da qualidade", conta Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastivida. Reaproveitá-la como saco de lixo ameniza o problema desde que o excesso de embalagens seja destinado à reciclagem. "O melhor mesmo é evitá-la, levando sua sacola retornável às compras", enfatiza Heloísa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu.


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Aula de reciclagem: O que faço com as lâmpadas fluorescentes?


O que faço com as lâmpadas fluorescentes? 
Lâmpadas incandescentes não oferecem riscos ambientais e devem ser descartadas com o lixo comum. Já as fluorescentes, que contêm mercúrio, merecem um tratamento mais cuidadoso. Algumas empresas desenvolveram tecnologia para a descontaminação e reciclagem do produto, mas poucas cidades têm acesso a esses serviços. Por isso, o melhor a fazer é embalar a lâmpada num saco plástico e colocá-la no lixo orgânico. Veja a lista de empresas que coletam lâmpadas de mercúrio no site do projeto Coleta Seletiva Solidária, do governo federal.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Aula de Reciclagem: troquei o computador. E agora?




Troquei o computador. E agora? 
Anualmente, o descarte de computadores gera 50 milhões de toneladas de lixo potencialmente tóxico, já que contém metais pesados. Antes de jogar fora seu PC, tente doar a alguém que poderá fazer uso dele. Procure manter a máquina por mais tempo, fazendo um upgrade. ONGs como o Comitê para Democratização da Informática e o projeto Metareciclagem recebem doações de computadores em várias cidades do Brasil.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Aula de reciclagem: posso jogar o óleo usado de cozinha na pia?


Posso jogar o óleo usado de cozinha na pia?

Despejado na pia, 1 litro de óleo usado contamina até 20 mil litros de água. Jogá-lo no lixo também não é uma boa opção, pois ele pode vazar no solo, já que muitas cidades não têm aterro sanitário. Uma solução é fazer sabão em casa (vários sites trazem receitas simples). Se for descartar, armazene num recipiente e doe a entidades que reciclam o óleo para fabricar sabão e biocombustíveis. Na região do ABC paulista, o Instituto Triângulo recolhe o óleo nas residências e doa o sabão feito pela entidade.


domingo, 24 de junho de 2012

Movimentos Sociais Reivindicam Justiça Social e Ambiental na Rio + 20


Cerca de 100.000 ativistas, trabalhadores, mulheres, indígenas e estudantes protestaram nesta quarta-feira, dia 20/06, sob chuva no centro do Rio de Janeiro, exigindo mudanças na economia e na política ambiental.

A manifestação, convocada pela Cúpula dos Povos, apresentou diversas exigências: desde reduzir o desmatamento amazônico até melhores condições salariais para os professores das Universidades Federais que estão em greve em todo o Brasil.

Os movimentos sociais criticavam o "fracasso" da Rio+20, e a maioria dos ativistas consideram este momento uma oportunidade histórica para a sociedade mundial se mobilizar por mudanças que garantam um futuro melhor para todos.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Aula de reciclagem: lixo orgânico pode virar adubo


Lixo orgânico pode virar adubo
Nas cidades, o lixo orgânico representa de 40 a 60% do total de resíduos. São restos de comida, folhas e podas de jardim. No Brasil, 1/3 dos alimentos vai para o lixo. Por isso, combater o desperdício é a melhor maneira de reduzir esse volume no meio ambiente. "Antes de comprar, pense no cardápio da semana e compare a data de validade do produto com o tempo estimado para seu consumo", sugere Heloísa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu. Além disso, sobras de alimentos podem virar sopas, bolinhos, compotas e geléias. Outra opção é ter uma composteira em casa para transformar o lixo orgânico em composto e adubo para as plantas. Várias ONGs trabalham com diferentes modelos para casas e até apartamentos. O projeto Minhocasa, por exemplo, vende um kit de compostagem caseira com minhocas. Aliás, a idéia rendeu o Prêmio Planeta Casa 2008 ao Instituto Coopera, de Brasília.


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Aula de reciclagem: separe o lixo reciclável do orgânico

Separe o lixo reciclável do orgânico 
Separar os recicláveis é mais simples do que parece. Entram nessa lista os plásticos em geral, papéis, vidros e metais (latas de bebidas e alimentos). "Não precisa colocar cada grupo em cestos distintos. Essa triagem é feita pelas cooperativas do setor. Basta separá-los do lixo orgânico. Ou seja, duas lixeiras bastam", diz André Vilhena, diretor executivo da ONG Cempre (Compromisso Empresarial para a Reciclagem). Remova restos de comida ou outro produto com uma colher ou guardanapo usado. "Uma dica é, ao lavar a louça, colocar as embalagens no fundo da pia e depois passar um fio de água", ensina Vilhena. Compactar as embalagens poupa espaço em casa e otimiza o transporte. "No caso dos vidros, evite quebrá-los e proteja-os com jornal ou caixa de papelão", lembra Roberta Martins Saviolo, técnica de reciclagem da Abividro (Associação Brasileira da Indústria de Vidro). Se possível, identifique-os com caneta para evitar acidentes com os catadores.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Aula de reciclagem: reaproveite antes de descartar



Reaproveite antes de descartar
Esqueceu a caneca em casa e vai ficar no escritório tomando água o dia todo? Separe um único copinho plástico para usar. Difícil? Nem tanto. Experimente. Esse princípio vale para muitas coisas na sua casa. Algumas embalagens de alimentos, especialmente vidros e potes de plástico, podem e devem ser utilizadas mais de uma vez, da mesma forma que as famosas sacolas plásticas podem virar recipientes para o lixo orgânico. Retardar o descarte dando um novo uso aos materiais também é uma maneira de produzir menos lixo. Seja criativo!



terça-feira, 12 de junho de 2012

Aula de reciclagem: reduza a sua produção de lixo




Aqui, estão algumas dicas básicas do Instituto Akatu para diminuir suas visitas diárias às lixeiras. 
- Não compre nada por impulso para não desperdiçar. 
- Pense antes de imprimir e aproveite os dois lados do papel sulfite. 
- Tenha sempre na bolsa uma sacola reutilizável para carregar pequenas 
compras e reduza, assim, o uso de sacolas plásticas. 
- Se sua família é grande, opte por embalagens maiores de alimentos. 
- Prefira sempre as embalagens retornáveis, como as garrafas de refrigerante de vidro, e os produtos com refil. 
- Nas compras, prefira produtos a granel e evite bens superembalados, como biscoitos que vêm em saquinhos pequenos dentro de outro saco plástico maior. 
- Leve para o trabalho uma caneca para tomar água e café e esqueça os copos plásticos.

Dicas superbacanas e fáceis né, vamos colaborar!



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Controle o impulso consumista





Comprar menos é a maneira mais eficaz de não produzir lixo. Óbvio, não? Mas, para isso ocorrer, é preciso ter um olhar crítico e atento, capaz de discernir entre o desejo de comprar e a necessidade real da compra. Annie Leonard, especialista em saúde ambiental, mostra em seu recente filme, The Story of Stuff um dado impressionante: apenas 1% dos produtos consumidos nos Estados Unidos continuam existindo seis meses após a compra. "Vivemos numa sociedade em que tudo é descartável. É preciso caminhar para uma sociedade do durável", diz Heloísa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu. Nessa toada, o consumo consciente é nosso maior aliado. Sempre que possível, dê preferência a produtos mais duráveis, resista à tentação de trocar o celular em menos de dois anos (como faz a maioria dos brasileiros) e pense duas vezes antes de comprar aquela calça incrível que vai sair de moda em três meses.

Assista ao filme "The Story of Stuff":



sexta-feira, 11 de maio de 2012

Com plataforma colaborativa, Cúpula dos Povos vai inovar na Comunicação






Rio de Janeiro – Evento paralelo à Rio+20 e que deverá reunir no Aterro do Flamengo cerca de 30 mil representantes de organizações, redes e movimentos sociais de todo o mundo entre os dias 15 e 23 de junho, a Cúpula dos Povos quer ser também o cenário para a prática de um novo tipo de comunicação, democrática e colaborativa. Com o objetivo de incentivar a participação da sociedade durante a Cúpula, diversas ferramentas de comunicação serão utilizadas para criar e transmitir informação, como a Rádio e a Tevê Cúpula dos Povos. Além disso, o território da sociedade civil abrigará o Laboratório de Comunicação Compartilhada, espaço que servirá para editar, compartilhar e publicar conteúdos de texto, áudio e vídeo a partir de uma plataforma colaborativa.

“A Cúpula dos Povos quer continuar a desenvolver todo esse processo, que já vem existindo nos últimos anos ao longo dos fóruns, de viabilização de um tipo de comunicação nova. Uma comunicação na qual a gente consiga atravessar a fronteira entre os que falam e os que ouvem, entre os que prestam e os que recebem, entre os ativos e os passivos”, afirma Luiz Arnaldo Campos, coordenador da equipe de Comunicação da Cúpula dos Povos.

A TV Cúpula estará no ar de 15 a 22 de junho e terá um estúdio próprio – na casa de shows Vivo Rio – e irá gerar durante todo o evento uma programação que será exibida em 20 monitores de 50 polegadas espalhados pelo Aterro do Flamengo. Também funcionará como uma web tevê, com transmissão direta pelo site.

A Rádio Cúpula será instalada dentro do Aterro e vai fornecer programação a ser transmitida simultaneamente por web rádio e por um circuito de alto-falantes (rádio-poste) situados no território. A programação também circulará via antena, por associação a algumas rádios comunitárias.

Parte da programação da rádio e da tevê será produzida pela equipe da Cúpula dos Povos, mas a ideia é incluir também o material colaborativo, produzido pelas próprias pessoas: “A TV Cúpula terá duas horas de programação que vai se repetir ao longo do dia. Duas horas de televisão é bastante coisa, daí a importância da colaboração”, afirma José Carlos Asbeg, diretor da TV Cúpula.

Ele explica que já existe o desenho de uma programação básica: “Vamos cobrir os eventos, plenárias e assembleias da Cúpula dos Povos, o que acontecer no território e também as manifestações fora do território. Teremos também uma equipe no evento oficial da Rio+20, no Riocentro, e um âncora no estúdio”.

Coordenador da Rádio Cúpula, Leonardo Neves avisa que a programação será toda compartilhada com as redes de rádio que já estão se reunindo com a Cúpula dos Povos todas as quartas-feiras. Durante o evento, a rádio estará no ar doze horas por dia, de 7h a 19h. “Nosso objetivo é agregar o maior número possível de pessoas e organizações sociais para que nossa programação seja toda feita pelas redes de rádio. Nós teremos uma única hora oficial diária da Rádio Cúpula dos Povos, na qual iremos transmitir um debate. Mas, fora isso, a nossa intenção é que durante as doze horas no ar, a rádio seja ocupada por quem queira colaborar”.

A Rádio Cúpula terá dois repórteres e dois produtores (um dentro da rádio e outro trazendo matérias de fora), além de uma bicicleta-repórter, parceria com a Rádio Rua. “A bicicleta tanto emitirá nosso sinal pelo Aterro, veiculando o que estará acontecendo dentro da rádio, quanto transmitirá para outras rádios por meio de antenas híbridas”, explica Neves.

O objetivo é utilizar a rádio para criar o máximo de conteúdo. “A Rádio Cúpula tem por meta 24 horas de transmissão, mas com mais música durante a noite. No entanto, se tivermos a demanda forte que imaginamos, a programação de conteúdo poderá se estender pela noite e a madrugada”, diz o coordenador da rádio.

Rede dos Povos
A maior novidade em termos de comunicação durante a Cúpula dos Povos será o Laboratório de Comunicação Compartilhada, responsável por gerenciar toda a plataforma de conteúdo produzida pelos interessados. “Durante o evento, nós vamos funcionar com uma estrutura de telecentro, onde as pessoas poderão entrar para postar suas mensagens em texto, áudio ou vídeo. Para quem filmou e quiser editar o material antes de incluir em nossa plataforma, teremos cinco ilhas de edição à disposição”, diz Luiz Arnaldo Campos.

O Laboratório funcionará em uma tenda dentro do Aterro, situada próxima à Vivo Rio e ao Museu de Arte Moderna (MAM). “Estaremos trabalhando com software livre e haverá no laboratório alguns facilitadores para dar as orientações de como editar e publicar áudios ou vídeos com as ferramentas que a gente terá lá. O objetivo é que, mais do que acessar as máquinas, as pessoas utilizem o espaço para interagir. Estão abertas as inscrições para oficinas, debates, workshops e todo tipo de atividade de comunicação que seja compartilhada”, diz Adriano Belisário, que irá coordenar o espaço.

Belisário também é o responsável pela Plataforma Rede dos Povos, que é o canal de interação para a construção do acervo com conteúdos que serão utilizados tanto na tevê quanto na rádio durante a Cúpula dos Povos. Para postar materiais, basta se cadastrar no site da rede e se tornar um colaborador. O site está no ar desde 8 de maio. “A ideia é formar um grande acervo na internet e, a partir dele, selecionar alguns materiais. Será nossa grande base de conteúdo”, diz. Ele ressalta que não será possível incluir tudo o que estará na internet, pois não haverá espaço de exibição suficiente. “Materiais mais curtos terão prioridade, por exemplo, em relação a um documentário de uma hora e m eia. A moderação será feita após a publicação”, diz.

Parcerias
A primeira reunião ampla para viabilizar parcerias foi organizada pela coordenação de Comunicação da Cúpula dos Povos na quarta-feira (8) e contou com a presença de cerca de 60 representantes de emissoras comunitárias, redes e organizações da sociedade civil. Alguns parceiros para a TV Cúpula (Ecovox, TV CUT) e para a Rádio Cúpula (Pulsar, Rádio Rocinha, Rádio MEC, Rádio Roquete Pinto) já estão confirmados e diversos outros foram elencados durante a reunião.

As parcerias também serão realizadas em nível internacional. “Teremos colaboração com parceiros estrangeiros que irão produzir noticiários diários em francês, em inglês e em espanhol e transmitir isso para um circuito bem grande no planeta”, avisa Campos. A conexão internacional deverá ser ampliada também durante o 2º Fórum Mundial de Mídias Livres, que acontecerá nos dias 16 e 17 de junho na UFRJ (campus Praia Vermelha): “Queremos trazer um pouco do FML para dentro da Cúpula dos Povos”, diz Belisário.

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/ambiente/2012/05/cupula-dos-povos-monta-plataforma-colaborativa-para-inovar-na-comunicacao

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cúpula dos Povos na Rio+20


O que é

Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental é um evento organizado pela sociedade civil global que acontecerá entre os dias 15 e 23 de junho no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro – paralelamente à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD), a Rio+20.
Por quê?
A Rio+20 oficial marca os vinte anos da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92 ou Eco 92). Nestas duas décadas, a falta de ações para superar a injustiça social ambiental tem frustrado expectativas e desacreditado a ONU. A pauta prevista para a Rio+20 oficial – a chamada “economia verde” e a institucionalidade global – é considerada por nós como insatisfatória para lidar com a crise do planeta, causada pelos modelos de produção e consumo capitalistas.
Para enfrentar os desafios dessa crise sistêmica, a Cúpula dos Povos não será apenas um grande evento. Ela faz parte de um processo de acúmulos históricos e convergências das lutas locais, regionais e globais, que tem como marco político a luta anticapitalista, classista, antirracista, antipatriarcal e anti-homofóbica.
Queremos, assim, transformar o momento da Rio+20 numa oportunidade para tratar dos graves problemas enfrentados pela humanidade e demonstrar a força política dos povos organizados. “Venha reinventar o mundo” é o nosso chamado e o nosso convite à participação para as organizações e movimentos sociais do Brasil e do mundo. A convocatória global para a Cúpula será realizada durante o Fórum Social Temático (www.fstematico2012.org.br), em 28 de janeiro, em Porto Alegre (RS). O Fórum deste ano é, aliás, preparatório para a Cúpula.
Como?
O Comitê Facilitador da Sociedade Civil para a Rio+20 (CFSC) está preparando o desenho da Cúpula dos Povos e do território que ocuparemos no Aterro do Flamengo. O espaço será organizado em grupos de discussão autogestionados, na Assembleia Permanente dos Povos e num espaço para organizações e movimentos sociais exporem, praticarem e dialogarem com a sociedade sobre suas experiências e projetos, chamado de Territórios do Futuro. As ações da Cúpula estarão todas interligadas.
A ideia é que a Assembleia Permanente dos Povos – o principal fórum político da Cúpula, se organize em torno de três eixos e debata as causas estruturais da atual crise civilizatória, sem fragmentá-la em crises específicas – energética, financeira, ambiental, alimentar. Com isso, esperamos afirmar paradigmas novos e alternativos construídos pelos povos e apontar a agenda política para o próximo período.
Quando?
Os dois primeiros dias da Cúpula (15 e 16 de junho) serão pautados por atividades organizadas pelos movimentos sociais locais, que estão em luta permanente de resistência aos impactos das grandes obras. Desde esse momento, já estará montado um espaço de livre acesso, onde organizações e movimentos da sociedade civil global exibirão experiências e projetos que evidenciam como é possível viver em sociedade de forma fraterna e sustentável, ao contrário do paradigma hoje vigente.
Por isso, o território da Cúpula dos Povos será organizado de forma livre da presença corporativa e com base na economia solidária, agroecologia, em culturas digitais, ações de comunidades indígenas e quilombolas. Esse encontro da cidadania, que também contará com atrações culturais, ficará aberto até o fim da Cúpula, no dia 23.
No dia 17, domingo, a organização da Cúpula prepara uma passeata para marcar o evento. A partir do dia 18, começarão as discussões autogestionadas e a Assembleia Permanente dos Povos. O 20 de junho será o Dia da Mobilização Internacional, com manifestações que enviem uma mensagem clara e incisiva para a Rio+20 oficial.

O Rio vai reunir a mídia livre por uma outra comunicação. Participe!


Centenas de representantes das mídias livres estão se preparando para ir ao Rio de Janeiro, em junho de 2012, para ajudar a fazer a Cúpula dos Povos da Rio+20, evento paralelo à Conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. Trabalharão para difundir a voz dos povos reunidos na Cúpula, que em vez de falar em manejo do meio ambiente pelo poder econômico, falarão em caminhos para a justiça ambiental e social.  Essas mídias terão uma agenda própria dentro da Cúpula, onde se encontrarão para realizar o II Fórum Mundial de Mídia Livre, além de cobrir as atividades e os temas da Rio+20.
O que são as mídias livres?
Comprometidas com a luta pelo conhecimento livre e por alternativas aos modelos de comunicação monopolizados ou controlados pelo poder econômico, as mídias livres são aquelas que servem às comunidades, às lutas sociais, à cultura e à diversidade. Praticam licenças favoráveis ao uso coletivo e não são negócios de corporações. Compartilham e defendem o bem comum e a liberdade de expressão para todo mundo e não apenas para as empresas que dominam o setor.  Entendem a comunicação como um direito humano e, por isso, querem mudar a comunicação no mundo.
Quem é a mídia livre?
São sites ativistas e publicações populares, rádios e tvs comunitárias, pontos de cultura (no Brasil) e muitos coletivos atuantes nas redes sociais. Também são as agências, revistas e emissoras alternativas, sem finalidade de lucro, especializadas ou voltadas a trabalhar com as pautas propostas pelos movimentos sociais, sindicais, acadêmicos ou culturais. Dentro ou fora desses espaços, também são mídia livre as pessoas – jornalistas, comunicadoras(es) e educomunicadoras(es), blogueiras(os), fazedoras(es) de vídeo, oficineiras(os) e desenvolvedores(as) de tecnologias livres que hoje constituem um movimento crescente pelo direito à comunicação.
O II Fórum Mundial de Mídia Livre
Depois de três fóruns no Brasil (Rio de Janeiro 2008, Vitória 2009 e Porto Alegre 2012), dois encontros preparatórios no Norte da África (Marrakesh 2011 e Tunis 2012), uma edição mundial (Belém 2009) e uma Assembléia de Convergência no Fórum Social Mundial (Dacar,2011),  a mídia livre vai aos poucos construindo suas agendas, regionais e globais, que terão um avanço importante no Rio de Janeiro, com a segunda edição mundial.
O II Fórum Mundial de Mídia Livre se organizará  através de painéis, desconferências (debates livres), oficinas e plenárias previstos para o Rio de Janeiro. Os formatos estão abertos. Participe!
As atividades serão inscritas e organizadas pelos próprios coletivos e organizações interessadas em promovê-las, dentro de um programa construído coletivamente e orientado por eixos que apontam para a relação entres as mídias livres e o direito à comunicação, as políticas públicas, a apropriação tecnológica e os movimentos sociais.
A agenda global está em processo de construção.
1. O direito à comunicação
O direito à comunicação precisa ser garantido e respeitado como um direito humano, mas é constantemente ameaçado ou mesmo negado em muitos lugares do mundo, com emprego de extrema violência. Um dos aspectos desse direito é a liberdade de expressão, hoje assegurada somente para as empresas que controlam grandes cadeias de comunicação e entretenimento, que não querem a sociedade participando da gestão do sistema, e para governos que ainda temem a comunicação livre como ameaça à segurança do país ou à sustentação do poder. O direito a comunicação deve ser conquistado em um sentido integral, para além do acesso à informação manipulada pelo mercado ou grandes poderes, englobando acesso e uso dos meios, democratização da infra-estrutura e produção de conteúdos, e expressão da diversidade artística e cultural e pleno acesso ao conhecimento.
O Fórum Mundial de Mídia Livre terá pautas e debates sobre o direito à comunicação em diferentes contextos,  como a África e o México, por exemplo, onde a violência contra jornalistas e comunicadores(as) tem sido pauta prioritária dos movimentos de comunicação.
2. Políticas públicas
A Lei de Medios da Argentina repercutiu com força em processos regionais e preparatórios do FMML, como em Porto Alegre e em Marrakesh, com testemunhos de ativistas e pesquisadores de comunicação daquele país, e deve novamente ser um dos assuntos do II FMML, seja por ter oferecido um modelo de legislação mais democrática que pode inspirar outros países, seja pela forte reação contrária que provocou nas grandes corporaçães do setor da comunicação. Mas não será o único caso de regulação e políticas públicas de interesse das mídias livres.
Ao ser realizado no Brasil, o II FMML deve jogar peso das agendas das mídias livres para a comunicação no país, o que significa que o governo precisa encaminhar as propostas da sociedade civil brasileira para um novo marco regulatório das comunicações, democratizando o setor; que as rádios comunitárias devem ter atendidas sua pauta de reivindicações, com anistia aos radialistas presos e condenados, e que o Congresso precisa votar e aprovar o Marco Civil da Internet, que pode ser modelo para assegurar a neutralidade da rede.  A mídia livre deve jogar peso também na retomada das políticas da área cultural que
tinham os pontos de cultura, as tecnologias livres as filosofias “commons”como carro chefe e hoje estão em claro retrocesso.
Leis, regulações e o papel do Estado na promoção do direito à comunicação já são parte dos debates das mídias livres em diferentes países e devem  movimentar a agenda do II FMML.
3. Apropriação tecnológica
Se antes eram os meios alternativos que buscavam formas colaborativas e compartilhadas de produzir comunicação, hoje são as grandes corporações que dominam o setor e atraem milhões de pessoas para as suas redes sociais. No entanto, o ciclo de expansão dessas redes também tem sido uma fase de coleta, armazenamento e transformação de dados pessoais em subsídios para estratégias de mercado e comportamento, além da padronização do uso da rede em formatos pré-ordenados e possibilidade de supressão de páginas ou ferramentas de acordo com os interesses corporativos.  Soma-se a este controle a movimentação da indústria do direito autoral e das empresas de telecomunicação para aprovar leis que permitam associar vigilância à punição arbitrária de usuários, em favor dos negócios baseados na exploração e uso da rede.
As liberdades e a diversidade da internet dependem da liberdade de acesso, proteção de dados pessoais, abertura de códigos, apropriação de conhecimentos e construção de conexões alternativas, de autogestão das próprias redes. Estes serão debates marcantes do II FMML, mobilizando desenvolvedores e ativistas do software livre, defensores da neutralidade da rede, educomunicadores e oficineiros e movimentos interessados em democratizar o acesso à tecnologia, universalizar a banda larga,  e assegurar a apropriação dos recursos de comunicação, sejam ferramentas de edição de vídeos, transmissão de dados pela rede, seja a própria radiodifusão comunitária.
Desenvolvedores, coletivos e comunidades adeptas das redes livres, abertas e geridas fora dos interesses do mercado, se encontrarão neste eixo para debater um PROTOCOLO para as redes livres, capaz de facilitar sua interconexão sem destruir sua diversidade.
4. Movimentos sociais
As mídias livres e o exercício da comunicação em rede tem sido fundamentais para facilitar a articulação e dar a devida visibilidade às mobilizações de rua desde a primavera árabe, enfrentando regimes ao Norte da Africa, a ditadura das finanças na Europa, e o próprio sistema capitalista nos Estados e nas ocupações que também ocorrem no Brasil e países da América Latina.
Além dos chamados ativismos globais, os movimentos sociais tem assumido que a comunicação é estratégica para fortalecer suas lutas, impondo a crítica cotidiana da grande mídia e o uso de meios alternativos para falar à sociedade e defender-se da criminalização. Cada vez mais fica claro que o direito de expressar essas vozes contestadoras da população exige o engajamento dos movimentos sociais no movimento por uma outra comunicação.
Este debate, no II FMML, concretiza o fato de que as mídias livres são, de um lado, a comunicação que se ocupa das lutas sociais e, de outro, os movimentos sociais que lutam também pela comunicação.
O II FMML, o FSM e a Cúpula dos Povos
O Fórum de Mídia Livre, em seus processos regionais ou internacionais, se insere no processo do Fórum Social Mundial, adotando sua Carta de Princípios e contribuindo com subsídios e práticas para a construção de suas políticas de comunicação.
Na Cúpula dos Povos, as mídias livres utilizarão o conceito de Comunicação Compartilhada, construído no percurso histórico do Fórum Social Mundial, e fundado na idéia de que recursos, espaços e atividades podem ser compartilhados para ações midiáticas comuns de interesse das lutas sociais.
Na Cúpula dos Povos, as mídias livres contribuirão com propostas e debates para fortalecer a agenda dos Bens Comuns, onde comunicação e cultura são grandes bens da humanidade, indissociáveis da Justiça Ambiental e Social, e para inserir o direito e a defesa da comunicação nos documentos, agendas e propostas dos povos representados por seus movimentos sociais no Rio de Janeiro.
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II Fórum de Mídia Livre
Quando
: 16 e 17 de junho de 2012
Onde: Rio de Janeiro, RJ – Brasil, no contexto da Cúpula dos Povos na Rio+20
Locais das atividades: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, campus da Praia Vermelha), com a programação central, debates, oficinas e plenária
Cúpula dos Povos: 15 a 23 de junho
Aterro do Flamengo: coberturas compartilhadas, Laboratório de Comunicação Compartilhada, Fóruns de Radio e TV, oficinas, Assembleia de Convergência sobre Mercantilização da Vida e Bens Comuns.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Plantar Rio + 20 - Nos irmanando por um mundo mais solidário e sustentável


 
Viveiro do Boi Rosado ( Contagem - MG)

Em junho, o Brasil sediará a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20 oficial). Essa Conferência será realizada no Rio de Janeiro, 20 anos depois da Eco -92, que na época nos alertou para a necessidade urgente de mudanças: “Os seres humanos e o mundo natural seguem uma trajetória de colisão. As atividades humanas desprezam violentamente e, às vezes, de forma irreversível, o meio ambiente e os recursos vitais. Urge mudanças profundas, fundamentais se quisermos evitar a colisão a que o atual rumo nos conduz.” (apelo dos cientistas do mundo à humanidade, 1992).

Atendendo aos chamados da Agenda 21 Global, um dos documentos mais importantes dessa Conferência, também chamada de Cúpula da Terra, o de que devemos “Pensar globalmente e agir localmente” e da Carta da Terra, a de que "estamos diante de um momento crítico da história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro[...]. A escolha é nossa e deve ser : ou formar uma aliança global para cuidar da Terra e cuidar uns dos outros, ou nos arriscar a nossa destruição da diversidade da vida" (preâmbulo), e por concordar que “a sustentabilidade é a ação que procura devolver o equilíbrio à Terra e aos ecossistemas para que a Casa Comum possa continuar habitável”, a Sociedade dos Amigos e Simpatizantes do Boi Rosado, lançará dia 24 de março o projeto “Plantar Rio +20 – Nos irmanando por um mundo mais solidário e sustentável”, em homenagem à Carta da Terra, e aos 20 anos da Cúpula da Terra (Eco-92).

O “Plantar Rio +20” é um projeto de promoção da cidadania ambiental e planetária que envolve, principalmente, a realização de mutirões de produção, plantio e doação de mudas nativas. São ações coletivas baseadas na solidariedade que são promovidas pela Sociedade, mesmo antes das primeiras aparições do Boi Rosado, em 2008, e que com a aproximação da Assembléia Rio + 20, adquirem uma significação maior.

As pessoas, instituições, organizações e grupos interessados em participar deste projeto e beneficiar suas comunidades, favor obter mais informações com a Irmandade do Boi Rosado pelocontato@elianevelozo.com (31) 33756183 ouseverinoiaba@yahoo.com.br . (31) 91711314

Mutirões de produção de mudas nativas
Dia 24 de março de 2012 (sábado)
Local: Jirau do Boi Rosado - Centro de Contagem – MG
Horário: de 13 às 17 horas
Dia 30 de março de 2012 (sexta-feira)
Local: Escola Municipal Waldemar d’ Luz Gonçalves
Rua Passa Tempo, 886, Vila Cristina –Betim -MG
Horário: de 13 às 17 horas

Obs: As mudas de Pau-brasil, Jatobá e Ipês amarelo, branco, roxo e rosa, produzidas nesses e em outros espaços serão doadas à população, em  2012, pelos mesmos participantes. Os interessados em participar desses mutirões acima, favor se comunicar por telefone ou e-mail, com antecedência, com a Irmandade do Boi Rosado. Para a produção de mudas, ir de roupas apropriadas, e levar um mimo comestível, para ser compartilhado.


Fonte: http://plantarrio20.blogspot.com.br/