A meditação é uma antiga técnica oriental. Através dela entramos em contato com o nosso eu, podemos repor nossas energias e estar em conexão com o divino. Meditar é um ato de amor próprio! O vídeo abaixo ajuda a induzir esse estado. Experimente!
Vídeo da Organização Brahma Kumaris
domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Tenho fases
Lua Adversa
Cecília Miereles
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia, o outro desapareceu...
Mostra Mundial de Animação Mumia
Programação:
16/10/2010, quinta-feira
Cine Mais Cultura – Uma tela no meu bairro - 18h30 - Auditório do Sinpro
(Rua Jaime Gomes, 198 – Floresta – BH)
Mostra Nacional 3
Espetáculo - O Magico e a Domadora -
Rafael Jardim - 3’ - Salvador
7 Voltas
- Rogério Nunes - 25’ - São Paulo - 2009
João
- André Castelão - 3’ - Rio de Janeiro/RJ - 2010
O gato preto
- Karina Mendonça Alvarenga - 7’ - São Carlos - 2009
Os Hai-Kais do príncipe
- Mauricio Squarisi – 13’- Campinas - 2009
Total: 55’
Mostra Nacional 5
O Menino que plantava invernos
- Victor - Hugo Burges - 16’ - SP - 2008
Eu queria ser um monstro
- Marão - 10’ - RJ - 2009
Lelê
- Carlos Dowling & Shiko - 4’ - João Pessoa/PB - 2008
De ovos e guarda-chuva
- Alexandre Bersot - 8’ - Niterói/RJ - 2008
Reconhecimento
- Ítalo Cajueiro - 12’- Brasília - 2009
Nonato Azul e as borboletas
- Cleuberth Choi - 3’ - Santa Maria/Brasília - 2010
A Ilha
- Alê Camargo - 8’ 47’’ - Brasília - 2009.
Total: 61’
Acompanhe as programações: www.sinprominas.org.br
domingo, 5 de setembro de 2010
Raiz e semente
Marcela Palm, 28 anos, designer. Seu sonho de infância era falar português porque ela nasceu no Brasil, no Paraná, e mudou-se para Argentina aos dois anos de idade. Ela nunca se sentiu brasileira e tampouco argentina. Com dezoito anos, fez sua primeira viagem de avião para a ilha de Ibiza, na Espanha. Foi levada por amor, apaixonada por um artista plástico. Chegando lá foi recepcionada por um grande evento multicultural que durou três dias. Foram dias intensos de cultura e aprendizado que mudaram radicalmente sua vida. Vivendo há 10 anos em Ibiza, Marcela encontrou seu lugar no mundo. Ela se sente à vontade na ilha, livre no seu estilo de viver. “A atitude de respeito pelo outro, a boa convivência das pessoas e a energia da ilha conquistaram meu coração”, confessa.
Marcela é artista. Ela tem mania de reciclar. Não consegue fazer uma peça de acessório de moda ou de decoração sem usar pelo menos um material reutilizável. A mania tem a ver com seu respeito pela natureza. “Não estamos em uma época de extrair mais matéria-prima da terra, mas sim de reaproveitar o que está por aí, os restos da produção industrial”, diz. Suas criações levam a marca Flora-Ibiza. Sua filha nascida em Ilhabela, São Paulo, se chama Selva Futura. Os nomes são sua forma de homenagear o verde.
Marcela nunca conheceu o pai que é de Minas Gerais e trabalhava num circo no Paraná, quando conheceu sua mãe, Beatriz Palmisiano, uma jovem coreógrafa que veio para o Brasil fugindo do golpe militar argentino de 1976. Marcela nasceu em Ponta Grossa, no circo Consul Argentino, filha da bailarina principal e de Geraldo Chrispim, artista de circo.
Hoje, ela ainda procura por seu pai no Brasil. “Quero conhecer minha origem, a outra metade que está faltando”, conta. Marcela tem uma herança forte, também é de circo. Ela apresenta um número de dança com fogo utilizando-se de técnicas orientais. E já teve oportunidade de mostrar sua arte na Alemanha, Suiça, Áustria e na Espanha, onde também fez participações em filmes e na TV, deu entrevistas e saiu nos jornais. Marcela se define como uma pessoa humilde. “Sou uma filha do mundo e busco muita paz”.
Facebook: Marcela Palm
Blog da Marcela: http://www.floraibiza.blogspot.com/
E-mail: purpurinaibz@yahoo.es (quem tiver notícias do pai da Marcela, entre em contato)
Purpurama (skype)
Marcela é artista. Ela tem mania de reciclar. Não consegue fazer uma peça de acessório de moda ou de decoração sem usar pelo menos um material reutilizável. A mania tem a ver com seu respeito pela natureza. “Não estamos em uma época de extrair mais matéria-prima da terra, mas sim de reaproveitar o que está por aí, os restos da produção industrial”, diz. Suas criações levam a marca Flora-Ibiza. Sua filha nascida em Ilhabela, São Paulo, se chama Selva Futura. Os nomes são sua forma de homenagear o verde.
Marcela nunca conheceu o pai que é de Minas Gerais e trabalhava num circo no Paraná, quando conheceu sua mãe, Beatriz Palmisiano, uma jovem coreógrafa que veio para o Brasil fugindo do golpe militar argentino de 1976. Marcela nasceu em Ponta Grossa, no circo Consul Argentino, filha da bailarina principal e de Geraldo Chrispim, artista de circo.
Hoje, ela ainda procura por seu pai no Brasil. “Quero conhecer minha origem, a outra metade que está faltando”, conta. Marcela tem uma herança forte, também é de circo. Ela apresenta um número de dança com fogo utilizando-se de técnicas orientais. E já teve oportunidade de mostrar sua arte na Alemanha, Suiça, Áustria e na Espanha, onde também fez participações em filmes e na TV, deu entrevistas e saiu nos jornais. Marcela se define como uma pessoa humilde. “Sou uma filha do mundo e busco muita paz”.
Facebook: Marcela Palm
Blog da Marcela: http://www.floraibiza.blogspot.com/
E-mail: purpurinaibz@yahoo.es (quem tiver notícias do pai da Marcela, entre em contato)
Purpurama (skype)
O que há de mais novo na arte da animação
De 8 a 30 de setembro, Belo Horizonte e Betim recebem a 8ª Mostra Udigrudi Mundial de Animação (Mumia). O festival tem como finalidade divulgar a produção audiovisual de animação de caráter cultural e contribuir para o desenvolvimento videográfico quanto a sua linguagem, formato específico e forma de produção. Serão exibidos curta-metragens regionais, nacionais e internacionais de diversas vertentes da arte da animação, todos com entrada gratuita. O evento é promovido pela Leite Filmes, em parceria com o Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro Minas), com apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e do Centro de Referência Audiovisual (Crav).
Programação completa: http://www.sinprominas.org.br/
Programação completa: http://www.sinprominas.org.br/
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Imagens e Vozes de Esperança - IVE
Judy Rodgers - Primeira diretora mundial do projeto Imagens e Vozes de Esperança, diretora executiva do Business as an Agent of World Benefit - BAWB e consultora de mídia e comunicações. Foi produtora de vários programas para rádio e TV nos Estados Unidos onde recebeu prêmios de grande prestígio pelo seu trabalho.
"Tenho pensado sobre o chamado que atendemos quando decidimos nos dedicar a esse trabalho – fazer arte, transmitir notícias, encenar peças teatrais, produzir filmes e programas de televisão, fazer música etc. Eu costumava rir com meus amigos e dizer “Sou tão feliz por não estar praticando medicina. Ninguém morre se cometo um erro”. Porém nesses últimos anos, com os diálogos do Imagens e Vozes de Esperança, estou começando a questionar isso. Talvez o nosso seja um negócio de vida ou morte – embora uma vida e morte em uma dimensão diferente.
Ao pensar sobre o trabalho que fazemos e o impacto que criamos, lembrei-me de algumas das mais poderosas mensagens de nossos tempos – a foto de Nelson Mandela e F. W. de Klerk apertando as mãos num estádio de futebol, as imagens da Terra vistas do espaço, como uma bola azul girando lentamente num mar de escuridão e os discursos do dramaturgo e presidente tchecoslovaco Vaclav Havel sobre a coragem e a visão. Penso que o nosso pode ser um negócio de vida ou morte, por um lado acendendo a esperança e por outro lado apagando-a.
Alguns jornalistas insistem: “Apenas informamos o que acontece no mundo. Não somos nós que fazemos essas imagens ou essas histórias. Apenas comparecemos com nossa câmera ou processador de textos e as captamos. São os outros que praticam a ação; tudo que fazemos é contar o que aconteceu – difundindo a notícia, passando adiante a história para que os outros também a conheçam”. Somos apenas os olhos e os ouvidos das sociedades que representamos.
Assista ao vídeo de apresentação do projeto:
Em um dia qualquer, em qualquer lugar do mundo, há centenas e milhares de eventos acontecendo, de histórias se desdobrando. De tudo o que acontece temos de escolher o que vale a pena contar e é aí que nos distinguimos uns dos outros: na escolha que fazemos e como transmitimos as histórias. Há um mistério nesse processo. Dois fotógrafos podem estar num mesmo lugar, ainda assim vão ver e captar duas imagens diferentes. Centenas de jornalistas podem estar no mesmo evento. Eles vão sair com centenas de versões do que aconteceu. Conforme é a nossa visão, tal qual é o nosso mundo. Não podemos escrever sobre algo que não podemos ver.
Isso nos leva ao assunto que poderíamos chamar de nossa mídia interior e a qualidade da mente que distingue a grandeza. Dentro de cada um de nós há uma corrente fluindo o tempo todo, borbulhando – às vezes mais alto, às vezes mais suave – mas sempre correndo. É um comentário que corre sobre nossas vidas e o mundo do qual fazemos parte. Para alguns é uma corrente de lamentações – caminhos não percorridos, oportunidades perdidas, medo – futuros ameaçadores levando a lugares estranhos. Para outros é uma corrente de possibilidades – portas abertas, caminhos conduzindo a novos começos, doces lembranças daqueles que nos amaram e nos consideraram importantes em suas vidas. As mentes povoadas com essas diferentes qualidades de correntes não podem ter o mesmo tipo de visão e não podem criar a mesma qualidade de história ou imagem. Um tipo de visão nos abate. O outro nos fortalece.
As sociedades se voltam para os seus artistas e para a mídia quando precisam encontrar um sentido naquilo que está acontecendo ao seu redor: elas querem saber qual é a coisa mais importante e em que deveriam prestar atenção. Elas querem saber como interpretar o que aconteceu e talvez, mais importante de tudo, o que elas podem fazer.
Quando dois aviões atacaram o World Trade Center em 11 de setembro de 2001, os cidadãos da cidade de Nova York começaram a formar filas nos centros da Cruz Vermelha e nos hospitais de toda a cidade. Conforme as horas passavam, as filas cresciam. Não havia ninguém para coletar o sangue, nada onde pudessem armazená-lo e ninguém para receber o seu sangue. Mas elas continuaram na fila durante horas porque elas queriam ajudar e não conseguiam pensar em nada mais que pudessem fazer. Isto é uma das coisas mais maravilhosas a respeito dos humanos – queremos ser úteis. E isso é igualmente verdadeiro quanto a nós do jornalismo, da mídia e das artes.
Estamos num momento da história em que a humanidade necessita de um sentido sobre o que é melhor para o mundo, que tipo de futuro pode haver diante de nós e o que devemos fazer juntos para criar esse tipo de futuro. Podemos fazer muito para esclarecer isso. Mas em primeiro lugar devemos limpar as correntes de pensamento que correm em nossas mentes. Não podemos fazer uma luz brilhar nos acontecimentos atuais ou nas possibilidades futuras se não houver luz em nossas próprias mentes. Não podemos ver e ampliar os milhares de pequenos atos de gentileza e heroísmo se não tivermos bondade em nossos corações."
*Judy Rodgers
Imagens e Vozes de Esperança é uma convocação para um compromisso de trabalho vivificante, criando imagens e histórias de possibilidades e esperança. Não se trata de superficialidades – fingir que as coisas ruins não acontecem. É sobre cultivar os espíritos que têm a qualidade de compaixão e generosidade, e a visão que pode divisar o que há de melhor no mundo – mesmo em situações difíceis.
Grupo IVE em Minas Gerais
https://www.facebook.com/ivebrasil
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